31 de jul de 2013

CURSOS 2013/ 2º semestre no Atelier Livre de Porto Alegre


logo atelierDesenho e Pintura
Exercícios Básicos de Desenho e Pintura
Ministrante: Renato Garcia


Um Caminho de expressão
Ministrante: Daisy Viola

Aquarela em 4 módulos
Ministrante: Ana Isabel Lovatto

Pintura: Em Busca da Temática Individual [Intermediário]
Ministrante: Ana Isabel Lovatto

Correndo risco – Desenho  [Introdução] [Intermediário] [Avançado]
Ministrante: Wilson Cavalcante

Contar e escutar como método de trabalho: Um curso de histórias
Ministrante: Ana Flávia Baldisserotto

Interfaces entre fotografia, pintura e gravura
Ministrante: Niura Ribeiro

Interfaces entre fotografia, pintura e gravura
Ministrante: Niura Ribeiro

Interfaces entre fotografia, pintura e gravura
Ministrante: Niura Ribeiro
Dia da semana: Quartas-feiras
Horário: Das 14h30min às 17h30min

Processos Básicos de Modelar a argila + desenho como projeto
 Ministrante: Neusa Poli Sperb

Projetos de Escultura em pedra, madeira e outros materiais
Ministrante: José Francisco Alves

Laboratório 3D
Ministrante: Ana Pettini

Oficina de observação – intermediário
Ministrante: Ana Pettini

Laboratório 3D
Ministrante: Ana Pettini

 Xilogravura – [Introdução]  [Intermediário] [Avançado]  
Ministrante: Wilson Cavalcante

Gravura em relevo [Introdução] [Intermediário] [Avançado]

Ministrante: Wilson Cavalcante

Pesquisa em gravura  [Avançado] –  Grupo de pesquisa em gravura

Ministrante: Wilson Cavalcante

Organização Profissional do Artista Plástico
Ministrante: José Francisco Alves

Oficina de Projetos – Arte e Arquitetura
Ministrante: José Francisco Alves

Grupo de Estudos Fotográficos – GEF
Ministrante: Niura Ribeiro

Todas as demais informações estão no blog do Atelier Livre:
http://atelierlivre.wordpress.com/cursos/

24 de jul de 2013

Para melhorar a comunicação por e-mail

O clique de Pandora
http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-15/e-tiqueta/o-clique-de-pandora 

Para evitar ambigüidades, o melhor é mandar e-mails cheios de !!!!! e :-) ;-) :-0 :-(
por Janet Malcolm

Dizer que Send: The Essential Guide to Email for Office and Home [Enviar: Guia Essencial do E-mail para o Escritório e o Lar] é mais um manual do usuário do que um livro não é depreciá-lo. O e-mail é como um aparelho que não usamos direito porque ele chegou sem instruções. Com a excelente orientação de David Shipley e Will Schwalbe, podemos enviar e-mails com a mesma segurança com que usamos a máquina de lavar louça ou ligamos o microondas.

Os mais hábeis (ou sortudos) dentre nós escaparam de ferimentos graves, mas muitos, talvez a maioria, sofreram com e-mails o equivalente a queimaduras, perda de dedos, choques elétricos e fraturas. E-mails precipitados custaram empregos, arruinaram amizades, ameaçaram casamentos, subverteram projetos, levaram até à prisão.

"No e-mail, as pessoas não são elas mesmas", diz o Guia. "Elas ficam mais exasperadas, menos simpáticas, menos atentas, mais suscetíveis, até mais fofoqueiras e insinceras." Os autores reproduzem uma troca de mensagens entre um executivo e uma secretária de uma grande empresa americana na China. O executivo escreveu, grosseiramente:

Você trancou meu escritório no final da tarde impedindo minha entrada. Está pensando que sou uma chave ambulante? Daqui pra frente, não vá embora do escritório sem antes consultar todos os gerentes para quem você trabalha.

A secretária respondeu:

Tranquei a porta porque já entrou ladrão no escritório. Embora eu seja sua subordinada, peço encarecidamente que mantenha a polidez ao falar. Trata-se da cortesia humana mais básica. Você tem suas próprias chaves. Esqueceu de trazê-las, mas mesmo assim tenta jogar a culpa nos outros.
Com dois cliques, a secretária enviou cópias dos e-mails, seu e do chefe, para todo o pessoal da empresa. Em pouco tempo, o diálogo apareceu na imprensa chinesa e fez com que o executivo pedisse demissão.

Outro episódio contado no Guia também envolve um chefe e uma secretária. Nesse caso, a secretária derrubou ketchup na calça do chefe, e ele enviou um e-mail solicitando o reembolso das 4 libras que gastou na lavanderia. Como não recebesse resposta, o chefe insistiu. Finalmente ele - e centenas de pessoas na firma - recebeu este e-mail:

Com referência ao e-mail abaixo, peço desculpas por não ter respondido imediatamente, mas, devido à súbita doença, morte e ao enterro de minha mãe, tive problemas mais prementes do que suas 4 libras.

Volto a pedir desculpas por acidentalmente salpicar sua calça com algumas gotas de ketchup. Obviamente suas necessidades financeiras como alto executivo da firma são superiores às minhas como mera secretária. Já conversei com vários chefes, advogados e estagiários, mostrando seu e-mail, e eles gentilmente se ofereceram para fazer uma vaquinha e coletar as 4 libras.

De novo, o diálogo acabou saindo na imprensa.

Não é preciso mais exemplos. Quem nunca - entre outros atos autodestrutivos - falou mal de alguém num e-mail para depois cometer o erro fatal (clique fatal seria mais exato) de enviá-lo justamente à pessoa difamada? E o que se pode fazer para reparar o dano? Nossa tendência inicial é pedir desculpas através do meio que nos colocou em apuro. Resista a esse impulso. Em vez disso, procure pessoalmente a pessoa, ou lhe telefone, pois, como ensina o manual, "quanto mais grave o pecado do e-mail, mais trivial parecerá o e-mail pedindo desculpas".

"O fato de termos e-mail não significa que ele deva ser usado para tudo", escrevem Shipley e Schwalbe, apresentando uma idéia que os leitores mais jovens podem achar radical demais. A geração que cresceu com o e-mail - que nunca pôs uma carta no correio ou andou pelo corredor até a sala do colega para fazer uma pergunta - extrairá benefícios diferentes da tecla Enviar. Ao mandar e-mails, os jovens cometem erros diferentes daqueles das pessoas de meia-idade ou mais velhas. Estudantes de faculdade que enviam solicitações abusivas aos seus professores (dirigindo-se a eles com "Oi, professor!") ou candidatos à faculdade que escrevem longos e vaidosos e-mails aos encarregados da seleção "parecem ignorar que a pessoa a quem estão escrevendo (e que estão aborrecendo) é a mesma que poderia oferecer uma vaga numa turma ou avaliá-los no final do semestre".

Aparentemente, um e-mail e uma carta são a mesma coisa: um texto escrito endereçado a uma ou várias pessoas. Mas escrever cartas nunca foi a atividade tensa que caracteriza os e-mails. Shipley e Schwalbe acreditam que o problema deriva de uma falha fundamental nos e-mails: se você não insere conscientemente certo tom num e-mail, uma espécie de tom padrão universal, seu teor não será transmitido automaticamente. Pelo contrário, a mensagem escrita sem levar em conta o tom se torna uma tela em branco, na qual o leitor projeta seus próprios temores, preconceitos e ansiedades.
Para neutralizar essa ambigüidade perigosa, o Guia sugere o uso sistemático de gentilezas. Não deixe seu destinatário esquecer quanto você o aprecia e respeita, elogie-o e adule-o, demonstre constantemente sua amizade incondicional, e coloque pontos de exclamação (às vezes até mesmo uma carinha sorridente) sempre que possível. "Nos vemos na conferência" é uma afirmação fria. "Nos vemos na conferência!" transmite ao destinatário a idéia de que você está empolgado e contente com o encontro. O Guia faz uma observação interessante: tudo bem, quanto melhor sua seleção de palavras menos você precisará dessa forma de taquigrafia. Mas enquanto sofrermos de falta de tempo crônica - e até que os e-mails comecem a transmitir afetos - continuaremos salpicando nossas mensagens eletrônicas com pontos de exclamação.

Eis, portanto, o xis da questão: o e-mail é um veículo de má redação. Nele, a seleção pobre de palavras é a norma. Quando as pessoas escreviam cartas, tinham o mesmo espaço em branco para preencher. E havia os mesmos imbecis que ofendiam os destinatários com sua prosa desatenta. Basta olhar os manuais de correspondência dos séculos XIX e XX para ver que a maioria dos problemas não é específica dos e-mails, mas comum a todo o gênero epistolar.

Em pouco tempo, o e-mail deixará de ser uma sensação. As pessoas que hoje o usam para demitir funcionários, propor casamento ou depreciar amigos perceberão que isso equivale a colocar sedas frágeis na máquina de lavar. À medida que o e-mail deixar de ser novidade e suas limitações se tornarem mais claras, voltaremos a usar o telefone quando precisarmos comunicar algo complexo, íntimo ou vulgar.

É interessante que os modelos escolhidos pelo Guia para ilustrar a seção "Como escrever um e-mail perfeito" tenham sido escritos por crianças de 12 anos. Sua conversa inofensiva ("NOSSA! Estava brincando ontem quando esse GATO apareceu de bicicleta") lembra os bilhetes que costumávamos passar durante a aula, e que são, pense bem, precursores do e-mail: escritos às pressas, instantaneamente entregues e respondidos e, se interceptados pela pessoa errada, humilhantes. À medida que os realmente jovens se tornarem simplesmente jovens, será interessante ver o que acontecerá. Seu linguajar infantil evoluirá para uma escrita satisfatória? Escrever de montão acaba fazendo com que se escreva bem? Até (NOSSA!) nos e-mails?

11 de jul de 2013

XIII CONCURSO SIOMA BREITMAN DE FOTOGRAFIA EDIÇÃO 2013

O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE torna público que, nos termos da Resolução nº 2.186, de 20 de maio de 2010, encontram-se abertas as inscrições para o Concurso Sioma Breitman de Fotografia (doravante denominado Concurso), destinado a premiar fotografias em preto e branco, nas categorias Foto Convencional e Foto Digital sobre o tema “Porto Alegre: Corpo e Alma da Cidade” e que passa a ser regido pelo seguinte regulamento:

I – Do cronograma:

1.1 Período de Inscrições: de 8 de julho a 9 de agosto de 2013
1.2 Divulgação dos selecionados: 26 de agosto de 2013
1.3 Período da exposição: de 6 de setembro a 4 de outubro de 2013
1.4 Lançamento dos catálogos das Edições 2011 e 2013: 6 de setembro de 2013

II – Dos participantes, requisitos e vedações:

2.1 Poderão inscrever-se no Concurso fotógrafos amadores ou profissionais residentes no Brasil.
2.2 É proibida a participação de pessoas jurídicas, funcionários da Câmara Municipal de Porto Alegre – incluídos estagiários, terceirizados ou que mantenham qualquer outro tipo de vínculo funcional/ empregatício com a CMPA - e quaisquer outras pessoas que se relacionem ao processo de organização do Concurso.
2.3 Não serão aceitas fotografias modificadas por quaisquer meios; que não se enquadrem no conceito básico de fotografia ou que já tenham sido selecionadas em outras edições deste Concurso.
2.4 As fotografias apresentadas não poderão conter, em seu verso ou nas margens do anverso, sinais que possam identificá-las, molduras ou qualquer espécie de suporte.
2.5 Serão considerados apenas trabalhos inéditos que não tenham sido publicados em meio de comunicação – ainda que alternativo ou de cunho pessoal – e/ou expostas anteriormente.
2.6 O participante, caso seja selecionado, deverá obter a cessão de direitos de uso de imagem das pessoas eventualmente retratadas na foto, caso tais pessoas sejam o objeto central da fotografia selecionada.

III - Das Inscrições:

3.1 As inscrições serão realizadas na Seção de Memorial da Câmara Municipal de Porto Alegre (Av. Loureiro da Silva, 255, térreo) no período de 8 de julho a 9 de agosto de 2013, no horário das 14h às 17h de segundas a quintas-feiras e das 14h às 16h30 nas sextasfeiras. No momento da inscrição será feita a identificação do candidato ou de seu procurador, o recebimento das fotografias acompanhadas dos respectivos negativos ou cópia digital em CD ou DVD das imagens e demais documentos descritos neste Regulamento. Poderão ser realizadas inscrições por procuração ou pelo correio; valendo, no último caso, o carimbo dos Correios como comprovante da data de remessa.
3.2 As imagens e documentos enviados pelo correio deverão ser assim remetidos: Concurso de Fotografias Sioma Breitman Memorial da Câmara Municipal de Porto Alegre Av. Loureiro da Silva, 255 Porto Alegre RS 90013-901
3.3 Os documentos a serem apresentados no ato da inscrição ou remetidos pelo correio:
a) ficha de inscrição devidamente preenchida;
b) fotografia(s) impressa(s);
c) o negativo da fotografia, se concorrente na categoria Foto Convencional, ou a imagem da fotografia salva em CD ou DVD, se concorrente na categoria Foto Digital;
c) currículo resumido do candidato em até 10 linhas;
d) declaração do candidato, por escrito, reservando à CMPA o direito de utilizar a(s) fotografia(s) e cedendo-lhe os direitos autorais para os fins previstos nos arts. 19 e 20 da Resolução 2186, de 20 de maio de 2010;
e) declaração do candidato, por escrito, confirmando o ineditismo da(s) fotografia(s);

IV - Do tema específico:

A Edição 2013 do Concurso Sioma Breitman de Fotografia tem por objetivo retratar o tema “Porto Alegre: Corpo e Alma da Cidade”.

Para saber do restante: http://200.169.19.94:8080/sioma_2013/sioma_2013.html

6 de jul de 2013

I Congreso Nacional de Investigadores en Arte. El arte es necesario.


El arte necesario, imagen cortesía de ANIAV.


Facultad de Bellas Artes
Univesidad Politécnica de Valencia
Camino de Vera s/n, Valencia [Espanha]
11 y 12 de julio de 2013


Organizado por ANIAV, Asociación Nacional de Investigadores en Artes Visuales, formada por artistas, investigadores académicos e independientes, estudiantes de posgrado, master y doctorado y becarios de investigación. Tiene como actual presidente de la Junta directiva Emilio Martínez y vicepresidente Elías Pérez, ambos profesores del departamento de Escultura de la facultad de Bellas Artes – UPV. El fin fundamental de ANIAV es promover, desarrollar y difundir la investigación en el campo de las bellas artes, artes plásticas o artes visuales. Para ello la asociación plantea acciones en tres ámbitos: el primero y fundamental se propone reunir y poner en red a personas e instituciones vinculadas a la investigación artística; en segundo lugar relacionar los investigadores de arte con otros ámbitos de investigación y en tercer lugar, fomentar la trasferencia de la investigación artística y ponerla en valor en la sociedad del s. XXI.
La situación de crisis generalizada en nuestra sociedad actual a todos los niveles, económico, político, educativo, cultural y en definitiva de nuestro modelo social, requiere y está produciendo en los últimos años un posicionamiento, una reflexión y una reacción positiva. En el ámbito del arte se están generando distintas líneas de investigación y propuestas artísticas que abordan estas cuestiones. Desde ANIAV hemos querido iniciar la actividad del Congreso de Investigación Artística abordando la situación actual en la que nos encontramos y poner en común las distintas posiciones y propuestas que están surgiendo como respuesta a esta situación. Parafraseando a Josep Ramoneda hemos dado por título a este congreso El arte necesario. La investigación artística en un contexto de crisis.
Para ese primero Congreso, contamos con la participación de más de 180 comunicaciones en el ámbito nacional e internacional, que se estructura en torno a cuatro grandes ámbitos de investigación que recogen las prácticas, las teorías, la gestión y restauración y por último trabajos que reflexionan acerca de la propia investigación artística.
Para la Conferencia Inaugural contaremos con la presencia de Juan Martín Prada. Profesor en la Facultad de Ciencias Sociales y de la Comunicación de la Universidad de Cádiz. Es autor de los libros La apropiación posmoderna. Arte, práctica apropiacionista y teoría de la Posmodernidad (2001), Las nuevas condiciones del arte contemporáneo (2003), Prácticas artísticas e Internet en la época de las redes sociales (2012) y Otro tiempo para el arte. Cuestiones y comentarios sobre el arte actual (2012).
También será presentado el libro “Arte: Diccionario Ilustrado” con autoría de Juan Fernando de Laiglesia, donde Noventa artistas del Estado español –entre otros Marina Nuñez, Fernando Sánchez Castillo, Concha Jerez, Soledad Sevilla, Eva Lootz, Fernando Sinaga…- han contestado a la misma pregunta, “¿qué es el arte?”, acompañando su respuesta con imágenes de obras recientes. Se trata de un diccionario de una sola palabra, que transmite en directo lo que está ocurriendo ahora en el arte.